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sexta-feira, 15 de março de 2013
Série Séria - Professor
Olá amigos, desculpem a demora entre os posts, ainda estou sem editores (mas ja estamos resolvendo esse problema ) e o tempo parece não estar a favor deste pobre estudantede história Lols ! Sem mais, vos convido a ver um pouco de realidade da profissão a qual escolhi, por meio da nossa série séria...
quarta-feira, 13 de março de 2013
Qual a diferença entre comunismo e socialismo? Existiu algum país realmente comunista?
As expressões "comunismo" e "socialismo" recebem significados nem sempre muito precisos. Numa explicação bem resumida, daria para dizer que, segundo a teoria marxista (veja quadro ao lado), o socialismo é uma etapa para se chegar ao comunismo. Este, por sua vez, seria um sistema de organização da sociedade que substituiria o capitalismo, implicando o desaparecimento das classes sociais e do próprio Estado. "No socialismo, a sociedade controlaria a produção e a distribuição dos bens em sistema de igualdade e cooperação. Esse processo culminaria no comunismo, no qual todos os trabalhadores seriam os proprietários de seu trabalho e dos bens de produção", diz a historiadora Cristina Meneguello, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Mas essas duas expressões também pode assumir outros significados. "Pode-se entender o socialismo, num sentido mais limitado, significando as correntes de pensamento que se opõem ao comunismo por defenderem a democracia. Em contraposição, o comunismo serviria de modelo para a construção de regimes autoritários", afirma o historiador Alexandre Hecker, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Assis (SP). Os especialistas são quase unânimes em afirmar que nunca houve um país comunista de fato. Alguns estudiosos vão mais longe e questionam até mesmo a existência de nações socialistas. "Os países ditos comunistas, como Cuba e China, são assim chamados por se inspirarem nas idéias marxistas.
Contudo, para seus críticos de esquerda, esses países sequer poderiam ser chamados de socialistas, por terem Estados fortes, nos quais uma burocracia ligada a um partido único exerce o poder em nome dos trabalhadores", diz o sociólogo Marcelo Ridenti, também da Unicamp. Logo após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), formou-se na Europa, sob liderança da União Soviética, um bloco de nações chamadas de comunistas. "Esses países tornaram-se ditaduras, promovendo perseguições contra dissidentes. A sociedade comunista, justa e harmônica, concebida por Marx, não foi alcançada", afirma Cristina.
Obras revolucionárias Três trabalhos de Karl Marx são a base para entender esses sistemas políticos
O sociólogo, historiador e economista alemão Karl Heinrich Marx
(1818-1883) foi o principal pensador do marxismo, movimento filosófico e
político nomeado em sua homenagem. Junto com Friedrich Engels
(1820-1895), Marx detalhou sua teoria política e previu o colapso do
sistema capitalista (baseado na propriedade privada) em três obras
principais:
Manifesto Comunista
Escrito entre 1847 e 1848, esse famoso manifesto defendia a idéia de que a história de todas as sociedades existentes até então era a história da luta entre as diferentes classes sociais
Esboços da Crítica da Economia Política
Manuscrito preparado por Marx e Engels, entre 1857 e 1858, que discutia questões como a propriedade agrária e o mercado mundial
O Capital
No primeiro volume, lançado em 1867, Marx e Engels analisavam o modo capitalista de produção. Marx trabalharia até morrer nos dois volumes seguintes, mas eles só seriam publicados por Engels em 1885 e 1894
Manifesto Comunista
Escrito entre 1847 e 1848, esse famoso manifesto defendia a idéia de que a história de todas as sociedades existentes até então era a história da luta entre as diferentes classes sociais
Esboços da Crítica da Economia Política
Manuscrito preparado por Marx e Engels, entre 1857 e 1858, que discutia questões como a propriedade agrária e o mercado mundial
O Capital
No primeiro volume, lançado em 1867, Marx e Engels analisavam o modo capitalista de produção. Marx trabalharia até morrer nos dois volumes seguintes, mas eles só seriam publicados por Engels em 1885 e 1894
segunda-feira, 4 de março de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Entenda o conflito entre Coreia do Sul e Coreia do Norte
Tensão na península tem origem na divisão de poder após a Segunda Guerra Mundial
Inspirados pela revolução comunista na China, em 1949, os norte-coreanos decidiram, no ano seguinte, tentar unificar as Coreias por meio de uma declaração de guerra ao Sul. Começava ali a Guerra da Coreia (1950-1953), que tinha de um lado o apoio das tropas soviéticas e, do outro, a participação de militares americanos.
O conflito foi encerrado com ambos os lados voltando para os limites do paralelo 38, a linha imaginária que marcava a divisão inicial entre os territórios comunistas e capitalistas. Apesar da assinatura do Tratado de Pan-munjom ter acabado com as batalhas imediatas, um acordo de paz nunca foi estabelecido, e Coreia do Sul e Coreia do Norte continuam oficialmente em guerra até hoje.
Nas décadas seguintes, enquanto a Coreia do Sul modernizou sua indústria e virou um dos principais países exportadores da Ásia, a Coreia do Norte manteve o sistema comunista de governo, com rígido controle sobre os meios da produção.
Ambos os países, no entanto, continuaram investindo fortemente em suas Forças Armadas. No Sul, o foco estava no treinamento das tropas e na aquisição de caças e tanques americanos. O Norte, por sua vez, desenvolveu um polêmico programa nuclear que culminou, em 2006, com o primeiro teste de uma bomba atômica do país comunista.
O desenvolvimento da arma nuclear pela Coreia do Norte elevou as tensões a um novo patamar na península e provocou intensificação das sanções econômicas da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o país. Paradoxalmente, analistas acreditam que a situação só não se desenvolveu em um novo conflito por causa da bomba atômica norte-coreana, que desencoraja um ataque do Sul.
Mais recentemente, em março de 2010, um ataque com torpedo atribuído a um submarino norte-coreano provocou o afundamento da corveta Cheonan, da Marinha da Coreia do Sul. Ao menos 46 militares morreram na ação, fortemente condenada pela comunidade internacional.
Parte da agressividade da Coreia do Norte pode ser atribuída à constante necessidade de ajuda internacional em questões básicas como alimentação e remédios. O governo norte-coreano, liderado pelo ditador Kim Jong-il, é incapaz de suprir todas as necessidade de sua população e constantemente usa a chantagem militar como forma de conseguir mais recursos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Sem corrupção, o brasileiro poderia ser até 27% mais rico
O levantamento mostra que, hoje, cada
brasileiro recebe em média R$ 14,47 mil por ano, e passaria a receber R$
16,71 mil, ou seja, 4,4 salários mínimos a mais. Se a corrupção não
existisse, o aumento da renda per capita (R$ 18.388) seria de 27%, o
equivalente a quase oito salários mínimos a mais.
“Se o nível de corrupção no país
diminuísse, mais recursos seriam liberados para as atividades
produtivas, o que poderia gerar mais empregos, mais infraestrutura e um
maior crescimento econômico, o que se traduz em ganhos de
competitividade”, afirma o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz.
Na opinião do professor da área de
administração pública do Ibmec, Miguel Augusto Barbosa Dianese, a
produtividade é totalmente afetada, uma vez que os recursos desviados
deixam de ser aplicados em melhorias para a população. Simulações feitas
pela Fiesp mostram que, com os R$ 69,1 bilhões perdidos com a
corrupção, o governo poderia ampliar o número de alunos matriculados na
rede pública em 47%, ou elevar a quantidade de leitos para internação do
SUS em 89%.
Dianese destaca que, quanto maior o
índice de corrupção, pior fica a imagem do país no mercado internacional
e menor será a captação de investimentos estrangeiros. De acordo com
ele, uma das soluções para reduzir a ação de corruptos é acabar com a
prática da carta-convite. Por esse modelo, em vez de realizar uma
licitação, o governo tem a opção de convidar três empresas a
apresentarem propostas para o serviço a ser contratado.
“É o gestor que escolhe quem convidar.
Se fosse pelo processo de licitação, com a publicação de editais em
jornais de grande circulação, a competitividade seria maior e seria mais
fácil evitar favorecimentos”, avalia.
Por Queila Ariadne – Portal O Tempo
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
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